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As pessoas de modo geral não se preocupam muito com a educação financeira e pelas boas práticas na gestão do dinheiro. A utilização dos bons sensos populares na hora de tomar decisões financeiras raramente é algo sensato. As pessoas têm uma visão bastante limitada de como funcionam os investimentos e os instrumentos de crédito, e alimentam certos “mitos”, como uma crença que a poupança é infalível ou a de que a Bolsa de Valores é uma espécie de “cassino”. Não seja “maria vai com as outras”, estude, informe-se e tome suas próprias decisões. A educação financeira é fundamental para que a pessoa consiga gerir, de forma eficiente, seus próprios recursos. Não é preciso ser um expert em finanças ou economia, mas é preciso buscar um conhecimento básico para não cair em armadilhas e não se tornar refém de profissionais de finanças como gerentes de banco e afins.

Dessa forma, há diversas maneiras de buscar o conhecimento voltado para o lado financeiro. Abaixo, listamos algumas situações que podem ser de grande valia na busca do desenvolvimento profissional e de negócios.

Turbine seus investimentos: há opções muito mais rentáveis e seguras que a caderneta de poupança.
• Mantenha um orçamento doméstico bem feito, detalhado e atualizado.
• Forme uma reserva de emergência antes de pensar em aposentadoria ou qualquer outro tipo de poupança.
• Destine o mínimo de 10% de sua renda para investimento seu e de seus filhos. No futuro, eles te agradecerão por ter diminuído o lixo do planeta ao trocar um brinquedo por investimento, e também te agradecerão por ter garantido os estudos deles com esta escolha.
Barganhar e comprar à vista é uma forma de investir, mas desde que você tenha também outras fontes de investimento, fique atento.
Utilize o crédito apenas quando a negociação envolver construção de patrimônio e futura geração de renda.
Estabelecer metas a alcançar no curto, médio e longo prazos.
Tenha cuidado com a “contabilidade mental”: uma das maiores armadilhas financeiras é a chamada “contabilidade mental”. Na verdade, é uma falha onde a pessoa mantém, ao mesmo tempo, dinheiro investido e dívidas. O erro nesse caso é se sentir confortável por ter “dinheiro guardado”, quando o certo seria usar esse investimento para quitar as dívidas. Esse hábito dá uma falsa sensação de conforto e segurança, mas faz as pessoas perderem ainda mais dinheiro.
Aplicações e investimentos na bolsa de valores serve para criar valor, e não para ganhos rápidos. A fortuna acumulada virá de escolhas conscientes e boas.
Inclua o tema “dinheiro” na agenda familiar, com diálogos, reuniões, etc. Utilize casos do dia a dia para a tomada de decisões.
Invista sempre, independentemente do valor, para que isso se torne um hábito. Busque investir também fora da grande rede de varejo bancário. O que é bom para o banco só é bom para seus acionistas, e não para os clientes.
• Sempre conte com ao menos 30% das reservas em renda fixa, com liquidez, para poder aproveitar oportunidades de consumo, nunca se sabe quando as chances baterão à nossa porta.
Dê atenção ao cenário econômico, esteja atento à índices de inflação, juros e etc. Você pode encontrar oportunidades e fugir de armadilhas.
Faça seguros para proteger a você, seu patrimônio, seus bens e seus familiares. A vida pode trazer muitas adversidades que podem destruir, em poucos segundos, o que levou anos para ser conquistado. Não seja descuidado!

A busca pelo conhecimento é algo que nós realmente temos, independente do assunto. Podemos perder nosso emprego, nosso dinheiro e nossos bens, mas dificilmente perdemos aquilo que está dentro de nossa cabeça. Quem investe em conhecimento está investindo na capacidade de gerar mais dinheiro.